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Kobo é a Bola da Vez

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Com os lançamentos de eReaders e tablets da Amazon, todos começaram a olhar ao seu redor e observar quem daria o próximo passo.

A Apple está mais preocupada com seus 500 mil aplicativos e vendas de gadgets do que com livros, e provavelmente não irá lançar um eReader em sua história, ou se preocupar muito com eBooks.

A Barnes & Noble está quieta e encurralada. Com 25% do maior mercado de livros digitais do mundo – os Estados Unidos – ela se via em uma confortável posição desafiando a Amazon com seu maravilhoso eReader nook touch (teremos um review dele em breve, aguardem) e seguia firme e forte vendendo livros eletrônicos localmente.

Agora, com os lançamentos da Amazon, ela está seriamente  ameaçada, e parece que não tinha uma solução na manga. Sua principal deficiência é não vender livros e aparelhos internacionalmente. É um trabalho difícil, e a tradicional livraria não parecia estar com vontade de jogar nesse mercado ainda. Mas é provável que agora tenha que fazer isso.

Portanto, não sobra ninguém além do quarto lugar em atenção: a intrépida Kobo. Correndo atrás de oportunidades, ela se mostrou muito disposta a atacar o mercado mundial de eBooks. Após a Feira do Livro de Frankfurt, ficou mais do que claro que existem mercados pouquíssimos explorados pelo mundo – Brasil incluso – e aqueles que correrem ainda poderão pegar nacos do que a Amazon já está tentando pegar. Junto aqui considerações minhas e de mais de 15 artigos lidos, o assunto está fervendo.

Kobo Vox

Sem deixar o timing passar, a Kobo lançou tem poucos dias a Kobo Vox, tablet para competir diretamente com a Fire da Amazon. E eu, pessoalmente, considerei ela bem superior à Fire, em matéria de leitura e experiência de leitura. O preço é o mesmo.

Possui a » Continue lendo.

Kobo é a Bola da Vez

7º Fórum de Editoração dos Alunos da ECA-USP

Fórum de Editoração

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Nesse último sábado (22/10) passei o dia no 7º Fórum de Editoração dos alunos da ECA-USP, realizado na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo, com o tema “Quem tem medo de inovar?”. Foi muito interessante por mostrar que os alunos de Editoração já estão correndo atrás do futuro, querem saber mais sobre o assunto e se manterem informados para sair da faculdade com uma boa carga de conhecimento.

Estiveram presentes aproximadamente 100 pessoas, em um evento bem organizado com direito a certificado, papelaria e cofee break, em uma boa localização de São Paulo. Vamos falar um pouco sobre as 4 mesas que aconteceram no dia.

Fórum de Editoração

Livro na tela: e-book como transformador da leitura

Com a participação de Ednei Procópio, membro da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro, Sergio Herz, diretor da sessão digital da Livraria Cultura e Lilian Lima Franco do bureau Trio Studio, o assunto foi o livro digital.

Eles debateram sobre questões práticas e diversas como DRM, pirataria, produção, mercado e evolução do eBook no Brasil. Sergio Herz falou das experiências da Livraria Cultura ainda em 2002 com os livros digitais, bem como seu fracasso no projeto, e também falou um pouco mais como a Cultura funciona com esses livros.

Lilian, profissional da área, contou como funcionam os trâmites internos, como as coisas acontecem dentro da editora, quando o assunto é o livro eletrônico. E Ednei trouxe sua experiência com publicações próprias e pirataria, bem como traçou um pouco de como será esse mercado no futuro.

E a Universidade com isso?

Professores universitários como Sandra Reimão, Aníbal Bragança e Marilia de Araujo Barcellos falaram sobre a situação das pesquisas sobre o livro no Brasil. Não teve a ver com livro » Continue lendo.

7º Fórum de Editoração dos Alunos da ECA-USP

Quem Compra(mos) eBooks?

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A princípio, todos que frequentamos este site e/ou a lista de discussão “Revolução E-book” temos algum tipo de interesse / simpatia pelos eBooks, certo?

Errado. Pelo menos alguma vez lembro de ter lido manifestações ferrenhas contra o eBook em si, o que no começo surpreendeu-me, mas depois agradou, pois a pessoa se interessa em conhecer o que critica e isso é bárbaro. Mas o tema que gostaria de abordar é bem outro: dentre os que queremos a disseminação do eBook como uma forma positiva de multiplicação de conteúdo, cultura, conhecimento; que nos preocupamos com qualidade – de conteúdo e de forma; que nos interessamos pela questão da remuneração justa dos envolvidos na produção; que desejamos ver nesta tecnologia uma via para a acessibilidade… bem, destes que somos, talvez, ainda pouco numerosos aqui no Brasil, quantos efetivamente compramos eBooks? E quais os critérios / motivações da compra?

Sem nenhuma presunção de ser tomada como “representativa” do grupo, jogo aqui uma análise do meu próprio comportamento como consumidora de livros digitais, comparativamente ao meu hábito de leitura e de compra de livros em papel para reflexão geral.

Então, vejamos:

Tenho um Kindle há pouco mais de um ano; Possuo apenas 56 livros armazenados neste dispositivo (também tenho jornais e revistas, mas prefiro não computá-los nessa análise); 58% (29) foram baixados do Projeto Gutemberg ou outras fontes não pagas, incluindo alguns clássicos que eram disponibilizados na loja da Simplíssimo e exemplares cedidos diretamente por autores; 28% (15) foram comprados na Kindle Store; 17% (10) foram comprados em livrarias online do Brasil;

Não sou do tipo radical em minhas opções, portanto, continuo comprando livros impressos, apesar dos ácaros, poeira e espaço lotado na estante. E neste mesmo período (de junho de 2010 até aqui), comprei 14 livros.

Olhando cruamente os números, poder-se-ia concluir que » Continue lendo.

Quem Compra(mos) eBooks?

Esqueça Receitas Diretas Sobre a Venda de eBooks… 1/10

:)

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Bom… Conseguimos sua atenção :) A idéia era essa.

O tema que vamos tratar nessa postagem é tão, tão, mas tão relevante que precisamos pintar o título deste artigo com “cores muito fortes” para atrair sua atenção, nobre entusiasta das publicações digitais. Mas creia, temos bons motivos pra isso.

Aliás, não será em um único artigo que conseguiremos expor todo o raciocínio. Serão necessários pelo menos mais nove artigos para conseguirmos expor com algum aprofundamento e respaldo os “porquês” de estarmos abordando o tema com ares tão apocalípticos. Portanto, com esse primeiro “post”, temos a intenção salutar de apenas fazer uma introdução ao tema. Manias de editor: tudo tem que ter índice :)

Como muitos já perceberam, sempre que possível preferimos não usar a palavra “eBook” e sim o axioma “editorial digital” assim como outros apócrifos correlatos.

Há bons motivos para isso. Se analisarmos apenas a quantidade de “posts” polêmicos que tratam sobre o que é (e o que não é) o “livro digital” aqui no Revolução E-Book, já encontraremos motivos suficientes para questionarmos o termo. Será literatura sem papel? Será software multi-plataforma? Será o Super-homem? Nãoooo… É o eBook :)

Fanfarronices a parte, por mais instigante que seja o tema, não é isto que vamos comentar hoje. É algo infinitamente mais sério: Como monetizar uma operação (se é possível) com a venda de eBooks.

Notem que falamos “monetizar” e não “vender”. Vender nos parece ser mais fácil: basta baixar o preço abaixo da percepção de valor do mercado onde está inserido o produto, que se “vende” mais. Agora, monetizar, ganhar efetivamente dinheiro, já é outro papo.

E olha nós pintando o quadro novamente com “cores fortes”:

CRIAR EXPECTATIVAS DE VOLUMES RAZOÁVEIS NAS RECEITAS, A MÉDIO » Continue lendo.

Esqueça Receitas Diretas Sobre a Venda de eBooks… 1/10

eBooks que Respeitem o Leitor

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A leitura eletrônica é tentadora. Os eBooks tendem a custar menos que os livros impressos, é possível carregar centenas deles em um aparelho que pesa menos de 300 gramas, entre outras vantagens. Só que existem alguns poréns, que poucos vendedores e editoras discutem em público.

Quando você adquire um livro impresso, ele é uma propriedade [...]

eBooks que Respeitem o Leitor

Que Preço Cobrar Por Um eBook? Como Calcular Esse Valor?

Dilbert.com

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As respostas para essas questões são variadas. Para o diretor-presidente das Livrarias Saraiva, Marcílio Pousada, a resposta é “um pouco mais baixo que o livro impresso, mas não muito”. O palpite? Um valor cerca de 30% menor que o livro impresso. Isso me fez lembrar de duas tirinhas do Dilbert, que falam sobre a “terra [...]

Que Preço Cobrar Por Um eBook? Como Calcular Esse Valor?

eBooks Infantis são Discutidos em Frankfurt

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Um artigo do Publishing Trends dá um parecer do atual mercado de eBooks infantis. Dentre todos os gêneros, esse é um que está sendo muito experimentado, mas que ainda não está trazendo os resultados esperados. Os assuntos estão sendo discutidos na conferência Children’s Publishing Goes Digital, na Feira do Livro em Frankfurt. Os números de [...]

eBooks Infantis são Discutidos em Frankfurt

Google eBook Store Abre no Reino Unido

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O site eBookNewser noticiou que a Google acaba de abrir sua Google eBook Store no Reino Unido. A gigante da internet contará com obras de três grandes editoras: Hachette, Random House e Penguin, além de 2 milhões de livros em domínio público. Outras editoras ainda podem fazer acordos com a Google ou vender seu conteúdo [...]

Google eBook Store Abre no Reino Unido

Autora Fala da Importância e do Prazer das Mídias Sociais

Revolução E-book

Os eBooks deram a autores a oportunidade de publicarem suas obras por conta própria, mostrando ao mundo o que têm para falar. Mas essa não foi a única vantagem. A internet dá a possibilidade de uma comunicação muito maior com os leitores, e até com futuros e possíveis leitores. Esse é um canal que os [...]

Autora Fala da Importância e do Prazer das Mídias Sociais

Editoras Serão Também as Líderes em Publicação Digital?

Revolução E-book

Mike Shatzkin colocou esses dias em seu blog o artigo Will book publishers be able to maintain primacy as ebook publishers?. O artigo é interessante e vou comentar algumas passagens por aqui. Resumidamente, Shatzkin afirma que hoje em dia, é possível que outras empresas de mídia passem a publicar seu conteúdo de forma vertical, sem [...]

Editoras Serão Também as Líderes em Publicação Digital?

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